{"id":2866,"date":"2023-03-07T08:00:00","date_gmt":"2023-03-07T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/?p=2866"},"modified":"2025-09-19T18:06:51","modified_gmt":"2025-09-19T21:06:51","slug":"fmea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/fmea\/","title":{"rendered":"FMEA: o que \u00e9 e como calcular"},"content":{"rendered":"\n<p>Prevenir falhas antes que elas aconte\u00e7am \u00e9 sempre mais barato e eficiente do que corrigi-las depois. \u00c9 justamente esse o objetivo da <strong>FMEA (An\u00e1lise dos Modos de Falha e seus Efeitos)<\/strong>: identificar falhas potenciais, suas origens e os impactos que podem gerar.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando aplicada corretamente, a FMEA contribui para reduzir a ocorr\u00eancia de falhas, aumentar a confiabilidade dos processos e fortalecer a <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/gestao-da-qualidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>gest\u00e3o da qualidade<\/strong><\/a> nas opera\u00e7\u00f5es da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Neste artigo, voc\u00ea vai entender o que \u00e9 a FMEA, como calcular na pr\u00e1tica e em quais situa\u00e7\u00f5es aplicar a t\u00e9cnica para alcan\u00e7ar melhores resultados na manuten\u00e7\u00e3o e no desempenho operacional.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que uma ferramenta de preven\u00e7\u00e3o, a FMEA \u00e9 um guia estrat\u00e9gico para tornar a opera\u00e7\u00e3o mais segura, eficiente e confi\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Veja tamb\u00e9m: <\/strong><a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/modelo\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/modelo\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Checklists e relat\u00f3rios digitais de conformidade para identificar falhas e aumentar a confiabilidade da sua empresa<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\t\t\t\t<div class=\"wp-block-uagb-table-of-contents uagb-toc__align-left uagb-toc__columns-1  uagb-block-9ebedae6      \"\n\t\t\t\t\tdata-scroll= \"1\"\n\t\t\t\t\tdata-offset= \"30\"\n\t\t\t\t\tstyle=\"\"\n\t\t\t\t>\n\t\t\t\t<div class=\"uagb-toc__wrap\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"uagb-toc__title\">\n\t\t\t\t\t\t\tO que voc\u00ea vai ver neste conte\u00fado: \t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"uagb-toc__list-wrap \">\n\t\t\t\t\t\t<ol class=\"uagb-toc__list\"><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#o-que-\u00e9-fmea\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">O que \u00e9 FMEA?<\/a><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#quais-as-vantagens-da-fmea\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">Quais as vantagens da FMEA?<\/a><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#onde-e-como-aplicar-a-fmea\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">Onde e como aplicar a FMEA?<\/a><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#tipos-de-fmea\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">Tipos de FMEA<\/a><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#passo-a-passo-da-fmea\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">Passo a passo da FMEA<\/a><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#c\u00e1lculo-da-fmea-como-fazer\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">C\u00e1lculo da FMEA: como fazer?<\/a><li class=\"uagb-toc__list\"><a href=\"#fmea-tabela-de-severidade\" class=\"uagb-toc-link__trigger\">FMEA: tabela de severidade<\/a><\/ol>\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 FMEA?<\/h2>\n\n\n\n<p>FMEA \u00e9 a sigla para <em>Failure Mode and Effects Analysis<\/em>, ou An\u00e1lise dos Modos de Falha e seus Efeitos em portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma <strong>t\u00e9cnica que investiga os motivos pelos quais os equipamentos falham<\/strong>, apontando tamb\u00e9m quais s\u00e3o os efeitos gerados por essas falhas.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir disso, \u00e9 poss\u00edvel tra\u00e7ar <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/plano-de-acao-5w2h\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">planos de a\u00e7\u00e3o<\/a> para impedir a ocorr\u00eancia desses problemas. Antes de falar mais sobre isso, vamos entender o que significam alguns conceitos essenciais para a defini\u00e7\u00e3o da FMEA:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Modo<\/strong>: acordo com o dicion\u00e1rio Michaelis (2000), modo \u00e9 a \u201cforma ou maneira de ser ou manifestar-se uma coisa\u201d;<\/li><li><strong>Falha<\/strong>: j\u00e1 a falha \u00e9 definida como \u201cdefeito\u201d ou \u201cato ou efeito de falhar\u201d, enquanto falhar est\u00e1 explicado como \u201cn\u00e3o dar o resultado desejado, n\u00e3o ser como se esperava\u201d;<\/li><li><strong>Efeito<\/strong>: \u00e9 \u201cconsequ\u00eancia, resultado\u201d. Em outras palavras, \u00e9 o resultado de uma falha;<\/li><li><strong>Causa<\/strong>: \u00e9 \u201caquilo que determina a exist\u00eancia de uma coisa\u201d, \u201co que determina um acontecimento\u201d, \u201cagente, motivo, raz\u00e3o\u201d, \u201corigem, princ\u00edpio\u201d.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Com base nesses conceitos, podemos definir <strong><a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/modo-de-falha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">modo de falha<\/a><\/strong> como \u201cmaneira na qual o defeito se apresenta\u201d e \u201cdeixa de apresentar o resultado desejado ou esperado\u201d. Guarde bem esses termos!<\/p>\n\n\n\n<p>Eles s\u00e3o a chave para a defini\u00e7\u00e3o de FMEA, que \u00e9 uma an\u00e1lise das falhas em si, da <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/analise-de-causa-raiz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">causa raiz<\/a> que levou ao seu aparecimento e dos efeitos que elas ter\u00e3o na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/modelo\/checklist-de-maquinas-e-equipamentos\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" data-src=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo-1024x535.png\" alt=\"checklist digital de m\u00e1quinas e equipamentos para usar em sistema \" class=\"wp-image-21481 lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo-1024x535.png 1024w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo-300x157.png 300w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo.png 1200w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/535;\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais as vantagens da FMEA?<\/h2>\n\n\n\n<p>A FMEA \u00e9 o ponto de partida para <strong>evitar que as falhas ocorram novamente<\/strong>, j\u00e1 que ela permite reparar a causa do problema e assim evitar as consequ\u00eancias causadas por ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso se reflete em benef\u00edcios como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Menos paradas e tempo ocioso;<\/li><li>Redu\u00e7\u00e3o de custos com <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/manutencao-corretiva-boas-praticas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">manuten\u00e7\u00e3o corretiva<\/a> emergencial, j\u00e1 que a empresa se antecipa \u00e0s falhas;<\/li><li>Maior <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/controle-de-materiais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">controle de materiais<\/a>, pois h\u00e1 menos desperd\u00edcio de recursos;<\/li><li>Mais qualidade no produto ou servi\u00e7o final;<\/li><li>Diminui\u00e7\u00e3o dos acidentes de trabalho e doen\u00e7as ocupacionais;<\/li><li>Aumento da vida \u00fatil dos equipamentos;<\/li><li>Planejamento para lidar com eventuais riscos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Afinal, com as falhas identificadas e corrigidas na fonte, os problemas tendem a diminuir e a ter menos impacto, caso sejam inevit\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da FMEA para prevenir falhas?<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o basta apenas corrigir a falha quando ela aparece: \u00e9 preciso resolver o problema pela raiz e assim evitar reincid\u00eancia. \u00c9 a\u00ed que entra a FMEA, pois ela ajuda a identificar o causador do defeito para que ele seja remediado e n\u00e3o volte a causar danos (os mesmos ou outros) no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel tomar medidas preventivas que ajudem a impedir a ocorr\u00eancia de novos problemas. <strong>Podemos considerar a FMEA como o primeiro passo para preven\u00e7\u00e3o de falhas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde e como aplicar a FMEA?<\/h2>\n\n\n\n<p>A FMEA pode ser aplicada tanto no segmento de produtos quanto de servi\u00e7os (falaremos mais sobre isso adiante), ajudando a corrigir e prevenir falhas na opera\u00e7\u00e3o ou no maquin\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao observar o aparecimento de qualquer falha (pode ser <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/fadiga-mecanica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mec\u00e2nica<\/a>, nos processos e at\u00e9 na gest\u00e3o de pessoas), deve ser realizada uma an\u00e1lise dos modos de falha e efeito que identifique:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Qual \u00e9 o problema;<\/li><li>O que causou aquele problema;<\/li><li>Quais ser\u00e3o as consequ\u00eancias do problema para a opera\u00e7\u00e3o.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Continue lendo para entender quais s\u00e3o os tipos de FMEA e entender passo a passo como fazer a an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/materiais.produttivo.com.br\/planilha-indicadores-de-manutencao?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" data-src=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido-1024x535.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24192 lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido-1024x535.jpg 1024w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido-300x157.jpg 300w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido.jpg 1200w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/535;\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tipos de FMEA<\/h2>\n\n\n\n<p>Ainda que FMEA seja um t\u00e9cnica que pode ser aplicada em diversos segmentos, ela pode ser ainda mais espec\u00edfica conforme a \u00e1rea, olha s\u00f3:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA de produto<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 aplicada em produtos e componentes que apresentem defeitos ou n\u00e3o atendam ao padr\u00e3o de qualidade estabelecido. A falha pode ser identificada no in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o, como na fase de projeto, ou at\u00e9 pelo consumidor final.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA de processos (PFMEA)<\/h3>\n\n\n\n<p>Chamada de PFMEA, \u00e9 utilizada na an\u00e1lise dos processos de manufatura e montagem, como falhas humanas, defeitos t\u00e9cnicos com maquin\u00e1rio, baixa qualidade do produto, danos ambientais e outros problemas com os procedimentos instaurados.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA de sistema<\/h3>\n\n\n\n<p>Analisa os sistemas envolvidos no projeto, sendo muito utilizada em ind\u00fastrias que dependem de sistemas complexos ou com alto n\u00edvel de <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/matriz-de-criticidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">criticidade<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA de servi\u00e7o<\/h3>\n\n\n\n<p>Analisa servi\u00e7os antes que eles cheguem ao cliente, avaliando poss\u00edveis falhas dentro da rotina da empresa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA de software<\/h3>\n\n\n\n<p>Semelhante \u00e0 FMEA de sistemas, analisa o bom funcionamento de softwares.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA de design (DFMEA)<\/h3>\n\n\n\n<p>A DFMEA \u00e9 mais voltada para a \u00e1rea de design de produto, auxiliando na corre\u00e7\u00e3o de falhas que podem levar ao mau desempenho.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">FMEA na manuten\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>A FMEA aplicada \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o faz parte da FMEA de processos (PFMEA). Sua aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 a base para montar uma <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/estrategias-de-manutencao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estrat\u00e9gia de manuten\u00e7\u00e3o<\/a>, j\u00e1 que a partir dela s\u00e3o analisados os melhores <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/tipos-de-manutencao-quais-suas-diferencas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tipos de manuten\u00e7\u00e3o<\/a> conforme as necessidades da empresa e caracter\u00edsticas do equipamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, se um motor foi analisado e, a partir da\u00ed, detectada sua falha potencial e seu n\u00edvel de severidade, \u00e9 com o aux\u00edlio da FMEA que o gestor come\u00e7a a tra\u00e7ar uma s\u00e9rie de planos de a\u00e7\u00f5es e atividades preventivas para que a falha n\u00e3o se torne funcional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a FMEA \u00e9 uma das etapas para a implementa\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/manutencao-centrada-na-confiabilidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Manuten\u00e7\u00e3o Centrada na Confiabilidade<\/a> (RCM), que \u00e9 uma das manuten\u00e7\u00f5es mais saud\u00e1veis para as opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/modelo\/checklist-manutencao-preventiva\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" data-src=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-Digital-de-Manutencao-Preventiva-1024x535.png\" alt=\"Checklist digital de manuten\u00e7\u00e3o preventiva\" class=\"wp-image-21480 lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-Digital-de-Manutencao-Preventiva-1024x535.png 1024w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-Digital-de-Manutencao-Preventiva-300x157.png 300w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-Digital-de-Manutencao-Preventiva.png 1200w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/535;\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Passo a passo da FMEA<\/h2>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 sabe o princ\u00edpio b\u00e1sico da FMEA, agora chegou o momento de colocar isso em pr\u00e1tica:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Defini\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>Defina qual \u00e9 o item (produto ou ativo), processo ou procedimento que ser\u00e1 analisado. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso definir se ser\u00e1 necess\u00e1rio analisar o sistema inteiro ou partes dele, como um maquin\u00e1rio completo ou apenas alguns de seus componentes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Especifica\u00e7\u00f5es<\/h3>\n\n\n\n<p>Registre todas as especifica\u00e7\u00f5es daquele item, processo ou procedimento, inclusive detalhes t\u00e9cnicos, minutas, descri\u00e7\u00f5es, diagramas e listas de componentes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Modos de falha<\/h3>\n\n\n\n<p>Lembra-se do modo de falha? Ele nada mais \u00e9 que o processo de falha que surge nos itens, e precisa ser registrado.<\/p>\n\n\n\n<p>Documente tanto os problemas j\u00e1 identificados quanto aqueles em potencial (que n\u00e3o aconteceram, mas podem ocorrer). Para ajudar nesse processo, \u00e9 poss\u00edvel fazer os seguintes questionamentos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Quais s\u00e3o as possibilidades do componente ter um problema?&nbsp;<\/li><li>Como ele pode deixar de atuar para o projeto que foi designado?&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Efeitos de falha<\/h3>\n\n\n\n<p>O efeito de falha \u00e9 o resultado ocasionado pela falha. Esses efeitos s\u00e3o classificados conforme a severidade (continue lendo para entender), ranqueando o quanto afetam na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Causas por falha<\/h3>\n\n\n\n<p>J\u00e1 sabemos como a falha se apresentou (modo de falha) e suas consequ\u00eancias (efeitos de falha), mas o que causou aquele problema? \u00c9 a\u00ed que entra a causa por falha.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos imaginar uma m\u00e1quina rotativa cujo eixo apresenta desalinhamento como modo de falha, e seu efeito de falha \u00e9 a <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/analise-de-vibracao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">vibra\u00e7\u00e3o<\/a>. Ap\u00f3s an\u00e1lise, podemos concluir que a causa por falha (ou seja, a <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/o-que-e-nao-conformidade-exemplos-e-como-tratar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">n\u00e3o conformidade<\/a> que causou o problema) \u00e9 um parafuso frouxo.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, de acordo com o exemplo anterior:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Modo de falha<\/strong>: eixo desalinhado<\/li><li><strong>Efeito de falha<\/strong>: vibra\u00e7\u00e3o<\/li><li><strong>Causa por falha<\/strong>: parafuso frouxo<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Controles por causa<\/h3>\n\n\n\n<p>Com a falha registrada e sua causa identificada, \u00e9 preciso detalhar se h\u00e1 medidas de detec\u00e7\u00e3o e controle para prevenir o problema e controlar a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Risco calculado (RPN)<\/h3>\n\n\n\n<p>O risco calculado, ou Risk Priority Number (RPN) \u00e9 uma escala de pontua\u00e7\u00e3o que permite classificar os riscos por meio de crit\u00e9rios como severidade, probabilidade de ocorr\u00eancia e probabilidade de detec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse risco \u00e9 calculado por meio da multiplica\u00e7\u00e3o das notas. Quanto mais alto o n\u00famero, maior \u00e9 o risco e portanto mais cr\u00edtica \u00e9 a falha.<\/p>\n\n\n\n<p>Falaremos mais sobre isso abaixo, continue lendo para entender como calcular o RPN.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Propostas de melhoria<\/h3>\n\n\n\n<p>Agora que as falhas foram identificadas e classificadas, que tal propor melhorias para elimin\u00e1-las ou pelo menos reduzir o efeito de cada uma sobre o neg\u00f3cio?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Plano de a\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>O passo seguinte \u00e9 a elabora\u00e7\u00e3o de um <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/plano-de-acao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">plano de a\u00e7\u00e3o<\/a> em que ser\u00e3o relatadas as medidas a serem tomadas para prevenir e controlar a falha, bem como designar respons\u00e1veis e at\u00e9 estabelecer um prazo para que sejam colocadas em pr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Leia tamb\u00e9m: <\/strong><a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/modelo-de-plano-de-acao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Modelo de plano de a\u00e7\u00e3o: o que \u00e9, para que serve e como fazer?<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Calcule um novo risco<\/h3>\n\n\n\n<p>Apesar da import\u00e2ncia da FMEA, novos riscos se apresentam com as altera\u00e7\u00f5es no processo. Portanto, a cada atualiza\u00e7\u00e3o (pode ser nos procedimentos, no maquin\u00e1rio e at\u00e9 na equipe), realize uma nova <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/analise-de-riscos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">an\u00e1lise de riscos<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/modelo\/checklist-de-maquinas-e-equipamentos\/?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" data-src=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo-1024x535.png\" alt=\"checklist digital de m\u00e1quinas e equipamentos para usar em sistema \" class=\"wp-image-21481 lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo-1024x535.png 1024w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo-300x157.png 300w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Checklist-de-Maquinas-e-Equipamentos-para-usar-em-aplicativo.png 1200w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/535;\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">C\u00e1lculo da FMEA: como fazer?<\/h2>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea seguiu o passo a passo que mostramos acima, vai ter identificado os modos e efeitos de falha, bem como a causa. Agora, \u00e9 preciso quantificar os riscos envolvidos, e isso pode ser feito atrav\u00e9s de algumas classifica\u00e7\u00f5es:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Efeitos de falha<\/h3>\n\n\n\n<p>Um dos dados que usaremos no c\u00e1lculo da FMEA \u00e9 a classifica\u00e7\u00e3o dos efeitos que a falha exerce sobre a opera\u00e7\u00e3o. Saber quais s\u00e3o os efeitos de falha \u00e9 muito importante, mas utilizar uma escala para definir sua <a href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/criticidade-na-manutencao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">criticidade<\/a> tamb\u00e9m \u00e9 essencial.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, podemos usar uma escala num\u00e9rica em que o n\u00famero mais baixo (1) representa a aus\u00eancia de efeitos, enquanto o n\u00famero mais alto (5) representa o comprometimento total da opera\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Sem efeitos: 1;<\/li><li>Deteriora\u00e7\u00e3o m\u00ednima: 2;<\/li><li>Redu\u00e7\u00e3o significativa: 3;<\/li><li>Deteriora\u00e7\u00e3o grave: 4;<\/li><li>N\u00edvel operacional zero: 5.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ou seja, vamos separar se o efeito de falha identificado gera algum efeito na opera\u00e7\u00e3o e, em caso positivo, o quanto ele reduz o n\u00edvel operacional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Classifica\u00e7\u00e3o por ocorr\u00eancia<\/h3>\n\n\n\n<p>Seguindo a classifica\u00e7\u00e3o conforme os efeitos, temos a classifica\u00e7\u00e3o por probabilidade de ocorr\u00eancia da falha, em que a nota mais baixa representa pouca ou nenhuma frequ\u00eancia, e a nota mais alta representa ocorr\u00eancia frequente da falha:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Uma vez em anos: 1;<\/li><li>Uma vez em meses: 2;<\/li><li>Uma vez em semanas: 3;<\/li><li>Ocorr\u00eancia semanal: 4;<\/li><li>Ocorr\u00eancia di\u00e1ria: 5.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Para te ajudar na coleta desses dados, voc\u00ea pode observar o hist\u00f3rico do ativo em quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Detec\u00e7\u00e3o de falhas<\/h3>\n\n\n\n<p>Agora precisamos classificar se as falhas s\u00e3o f\u00e1ceis ou dif\u00edceis de serem detectadas. Vamos considerar que a nota mais baixa representa facilidade na detec\u00e7\u00e3o, j\u00e1 a nota mais alta representa dificuldade extrema na detec\u00e7\u00e3o da falha:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>F\u00e1cil de detectar: 1;<\/li><li>Aviso consider\u00e1vel antes da ocorr\u00eancia: 2;<\/li><li>Alguns avisos antes da ocorr\u00eancia: 3;<\/li><li>Poucos avisos antes da ocorr\u00eancia: 4;<\/li><li>Nenhum aviso antes da ocorr\u00eancia ou imposs\u00edvel detectar: 5.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">RPN<\/h3>\n\n\n\n<p>Para calcular o RPN, vamos voltar ao que vimos acima e usar algumas das escalas mencionadas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>S<\/strong> ou <strong>G<\/strong>: severidade ou gravidade das falhas. Vamos obter esses dados a partir da classifica\u00e7\u00e3o do efeito de falha, em que a aus\u00eancia de efeitos recebe nota 1 e o comprometimento da opera\u00e7\u00e3o (que reduz o n\u00edvel operacional a zero) recebe nota 5;<\/li><li><strong>O<\/strong>: \u00e9 a probabilidade de ocorr\u00eancia, que classificamos de 1 (uma vez em anos) a 5 (di\u00e1ria);<\/li><li><strong>D<\/strong>: citada no t\u00f3pico acima, \u00e9 a probabilidade de detec\u00e7\u00e3o, que separa as falhas entre f\u00e1ceis de detectar (nota 1) e imposs\u00edveis de detectar (nota 5).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s atribuir uma pontua\u00e7\u00e3o para cada item seguindo a classifica\u00e7\u00e3o estabelecida, vamos multiplicar cada um deles, de modo que a f\u00f3rmula de FMEA \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>RPN = S ou G x O x D<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quanto mais alto for o resultado, maior \u00e9 o risco e portanto mais cr\u00edtica \u00e9 a falha conforme os crit\u00e9rios avaliados.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos imaginar um equipamento cujo efeito de falha \u00e9 significativo e recebeu nota 3. Essa falha n\u00e3o ocorre com frequ\u00eancia (nota 2), mas quando ocorre, \u00e9 dif\u00edcil de detectar com anteced\u00eancia, portanto recebe nota 4.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, o c\u00e1lculo do RPN desse equipamento ficar\u00e1 assim:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">RPN = 3 x 2 x 4<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">RPN = 24<\/p>\n\n\n\n<p>Para entender se esse resultado \u00e9 alto ou n\u00e3o, voc\u00ea pode criar uma tabela de severidade que descreva os valores pertinentes ao seu neg\u00f3cio. Vamos deixar uma sugest\u00e3o no t\u00f3pico abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Veja tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.servicoemdestaque.com.br\/analise-de-modo-e-efeito-de-falha-fmea\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.servicoemdestaque.com.br\/analise-de-modo-e-efeito-de-falha-fmea\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Curso de An\u00e1lise de Modo e Efeito de Falha (FMEA)<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/materiais.produttivo.com.br\/planilha-indicadores-de-manutencao?utm_source=blog&amp;utm_medium=organic&amp;utm_term=postFmea&amp;utm_campaign=PostFmea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" data-src=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido-1024x535.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-24192 lazyload\" data-srcset=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido-1024x535.jpg 1024w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido-300x157.jpg 300w, https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Banner-comprimido.jpg 1200w\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 1024px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 1024\/535;\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FMEA: tabela de severidade<\/h2>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea pode criar sua pr\u00f3pria tabela de severidade para quantificar a FMEA na sua empresa, deixando como base os n\u00fameros que fa\u00e7am sentido para sua opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa classifica\u00e7\u00e3o pode ser feita por equipamento, setor e at\u00e9 componentes de uma mesma m\u00e1quina, ou qualquer outra diferencia\u00e7\u00e3o que seja pertinente \u00e0 empresa. Vamos ver uma sugest\u00e3o de tabela de severidade FMEA para voc\u00ea se inspirar:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Equipamento<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>S ou G<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>O<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>D<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>RPN<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Severidade<\/strong><\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ativo A<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">3<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">2<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">4<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">24<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Muito baixo<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ativo B<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Muito baixo<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ativo C<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">5<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">5<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">5<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">125<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Muito alto<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ativo D<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">4<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">4<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">4<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">64<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">M\u00e9dio<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ativo E<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">4<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">4<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">5<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">80<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Alto<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Para entender se o RPN est\u00e1 alto ou n\u00e3o, vamos estabelecer tamb\u00e9m um grau de severidade para cada nota:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>1 a 25<\/strong>: muito baixo;<\/li><li><strong>26 a 50<\/strong>: baixo;<\/li><li><strong>51 a 75<\/strong>: m\u00e9dio;<\/li><li><strong>76 a 100<\/strong>: alto;<\/li><li><strong>101 a 125<\/strong>: muito alto.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Na tabela que utilizamos, a menor nota poss\u00edvel \u00e9 1, considerando um equipamento que n\u00e3o gere efeitos de falhas e que elas sejam raras e f\u00e1ceis de detectar (1 x 1 x 1).<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a nota mais alta e mais cr\u00edtica poss\u00edvel \u00e9 125, que seria atribu\u00edda a um ativo cujo efeito de falha comprometa totalmente o n\u00edvel da opera\u00e7\u00e3o, com ocorr\u00eancia di\u00e1ria e falhas imposs\u00edveis de detectar (5 x 5 x 5).<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto mais alto o grau de severidade (e, portanto, mais alta a nota), mais importante \u00e9 a ado\u00e7\u00e3o de medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle para reduzir a probabilidade e frequ\u00eancia da falha, e mitigar seus efeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>No exemplo, usamos notas de 1 a 5, mas voc\u00ea pode aumentar a escala se preferir.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>Com esses n\u00fameros em m\u00e3os, podemos colocar essas informa\u00e7\u00f5es no papel e registrar a An\u00e1lise dos Modos de Falha e seus Efeitos para que a empresa esteja ciente dos riscos e das medidas a serem adotadas para reduzi-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 aplicou a FMEA na sua empresa? Compartilhe sua experi\u00eancia com a gente!<\/p>\n\n\n\n<script type=\"application\/ld+json\">\n{\n  \"@context\": \"https:\/\/schema.org\",\n  \"@type\": \"FAQPage\",\n  \"mainEntity\": [{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"Quais s\u00e3o os 4 tipos de FMEA?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"Os principais tipos de FMEA s\u00e3o:\n<ul>\n<li>FMEA de produto<\/li>\n<li>FMEA de processo (PFMEA)<\/li>\n<li>FMEA de sistema<\/li>\n<li>FMEA de servi\u00e7o<\/li>\n<li>FMEA de software<\/li>\n<li>FMEA de design (DFMEA)<\/li>\n<\/ul>\"\n    }\n  },{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"O que \u00e9 FMEA como aplicar?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"A FMEA, ou An\u00e1lise dos Modos de Falha e seus Efeitos, \u00e9 um m\u00e9todo que ajuda a identificar falhas, suas origens e as consequ\u00eancias. Ao observar o aparecimento de qualquer falha (pode ser mec\u00e2nica, nos processos e at\u00e9 na gest\u00e3o de pessoas), deve ser realizada uma an\u00e1lise dos modos de falha e efeito que identifique qual \u00e9 o problema, o que causou o problema e quais ser\u00e3o as consequ\u00eancias daquele problema para a opera\u00e7\u00e3o?\"\n    }\n  },{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"Quais as etapas do FMEA?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"A FMEA pode ser feita respondendo \u00e0s perguntas:\n<ul>\n<li>Como o problema se apresenta (modo de falha)<\/li>\n<li>Quais s\u00e3o as consequ\u00eancias do problema para a opera\u00e7\u00e3o (efeito de falha)<\/li>\n<li>Qual \u00e9 o agente causador do problema (causa por falha)<\/li>\n<\/ul>\nA partir disso, deve-se tra\u00e7ar um plano de a\u00e7\u00e3o com as medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle da falha.\"\n    }\n  },{\n    \"@type\": \"Question\",\n    \"name\": \"O que \u00e9 o FMEA e quais suas vantagens?\",\n    \"acceptedAnswer\": {\n      \"@type\": \"Answer\",\n      \"text\": \"A FMEA, ou An\u00e1lise dos Modos de Falha e seus Efeitos, \u00e9 um m\u00e9todo que ajuda a identificar falhas, suas origens e as consequ\u00eancias. Quando aplicada corretamente, a t\u00e9cnica ajuda a reduzir a ocorr\u00eancia de falhas, contribuindo para uma opera\u00e7\u00e3o mais eficiente e confi\u00e1vel.\"\n    }\n  }]\n}\n<\/script>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prevenir falhas antes que elas aconte\u00e7am \u00e9 sempre mais barato e eficiente do que corrigi-las depois. \u00c9 justamente esse o &hellip;<\/p>\n<p class=\"read-more\"> <a class=\"ast-button\" href=\"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/fmea\/\"> <span class=\"screen-reader-text\">FMEA: o que \u00e9 e como calcular<\/span> Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":21494,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","footnotes":""},"categories":[575],"tags":[],"class_list":["post-2866","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-gestao-da-qualidade"],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar.jpg",900,600,false],"thumbnail":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar-300x200.jpg",300,200,true],"medium_large":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar.jpg",900,600,false],"large":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar.jpg",900,600,false],"1536x1536":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar.jpg",900,600,false],"2048x2048":["https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/FMEA-o-que-e-e-como-aplicar.jpg",900,600,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Mar\u00edlia Alves","author_link":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/author\/marilia-alves\/"},"uagb_comment_info":1,"uagb_excerpt":"Prevenir falhas antes que elas aconte\u00e7am \u00e9 sempre mais barato e eficiente do que corrigi-las depois. \u00c9 justamente esse o &hellip; FMEA: o que \u00e9 e como calcular Leia mais","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2866","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2866"}],"version-history":[{"count":18,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2866\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27830,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2866\/revisions\/27830"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21494"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2866"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2866"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.produttivo.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2866"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}